quarta-feira, 26 de março de 2014


Crônica do amor eterno
Onde existe um caminho, há um destino... Quando se dá o primeiro passo, não se pode voltar atrás.
Que o meu caminho seja trilhado sobre folhas de outono... Sobre as folhas que caem das árvores. Que seja nessa estação, onde eu possa sentir a brisa, o refrigério de uma tarde fresca. Ao cair da tarde, sobre folhas mortas.
A beleza não está no destino, está no caminho...
Enxergar cada detalhe, e o principal, que não aparece aos olhos. Perceber as mudanças...
Todo caminho é um sinal de ansiedade... preparar-se para a mudança...
Perceber que cada folha que cai ao chão já está morta.
E onde nascerão as outras folhas?
Na mesma árvore...
E que essa mesma árvore renove-se, prepare-se para o ciclo da vida que existe em cada ser... Que esse ser seja abrigo, seja o ser que abriga a vida. Os seres em metamorfose.
Será difícil essa mudança?
Aceito a mudança, a transição para a beleza, para o essencial...
As tardes de outono têm sua beleza, assim como as tardes quentes de verão, onde as borboletas saem dos casulos, para uma nova condição... E assim se faz o ciclo da vida.
É voar, se medo de ser feliz...

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